Na tarde da quinta-feira passada (5), o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) participou de uma reunião interinstitucional para discutir a interferência das seguradoras de saúde na relação médico-paciente. O encontro reuniu representantes do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), da Defensoria Pública de Pernambuco (DPPE), da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), da Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), do Procon Pernambuco e do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe).
A pauta central foi a crescente ingerência das seguradoras de saúde sobre condutas médicas, uma prática que fragiliza a autonomia profissional, compromete a qualidade da assistência e impacta diretamente o direito do consumidor: o paciente. Durante o diálogo, as instituições presentes convergiram no entendimento de que defender a boa prática médica é também garantir um cuidado seguro, ético e centrado no beneficiário do seguro de saúde.
Para a presidente do Simepe, Carol Tabosa, o debate ultrapassa a defesa da categoria e alcança diretamente a proteção da sociedade. “Quando a autonomia médica é desrespeitada por interesses administrativos ou financeiros, quem mais sofre é o paciente. Nosso compromisso é com uma medicina ética, baseada na ciência e no cuidado individualizado. Defender o ato médico é defender vidas”, afirmou Carol.
Como encaminhamento, foi definida a realização de uma nova reunião no dia 26 de fevereiro, na sede do MPPE, com a convocação das seguradoras de saúde. A iniciativa busca avançar na construção de soluções institucionais que assegurem os direitos dos pacientes, preservem a autonomia médica e garantam a integridade da assistência à saúde em Pernambuco.
O Simepe reafirma seu compromisso com a categoria e segue atento em busca de soluções que combatam esse tipo de interferência nos serviços de saúde do Estado. debate interferência das seguradoras de saúde na autonomia médica
Na tarde da quinta-feira passada (5), o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) participou de uma reunião interinstitucional para discutir a interferência das seguradoras de saúde na relação médico-paciente. O encontro reuniu representantes do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), da Defensoria Pública de Pernambuco (DPPE), da Ordem dos Advogados do Brasil em Pernambuco (OAB-PE), da Associação de Defesa dos Usuários de Seguros, Planos e Sistemas de Saúde (Aduseps), do Procon Pernambuco e do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe).
A pauta central foi a crescente ingerência das seguradoras de saúde sobre condutas médicas, uma prática que fragiliza a autonomia profissional, compromete a qualidade da assistência e impacta diretamente o direito do consumidor: o paciente. Durante o diálogo, as instituições presentes convergiram no entendimento de que defender a boa prática médica é também garantir um cuidado seguro, ético e centrado no beneficiário do seguro de saúde.
Para a presidente do Simepe, Carol Tabosa, o debate ultrapassa a defesa da categoria e alcança diretamente a proteção da sociedade. “Quando a autonomia médica é desrespeitada por interesses administrativos ou financeiros, quem mais sofre é o paciente. Nosso compromisso é com uma medicina ética, baseada na ciência e no cuidado individualizado. Defender o ato médico é defender vidas”, afirmou Carol.
Como encaminhamento, foi definida a realização de uma nova reunião no dia 26 de fevereiro, na sede do MPPE, com a convocação das seguradoras de saúde. A iniciativa busca avançar na construção de soluções institucionais que assegurem os direitos dos pacientes, preservem a autonomia médica e garantam a integridade da assistência à saúde em Pernambuco.
O Simepe reafirma seu compromisso com a categoria e segue atento em busca de soluções que combatam esse tipo de interferência nos serviços de saúde do Estado.



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